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sábado, 1 de agosto de 2015
Usuários do Mais Médicos dão nota 9 ao programa, aponta pesquisa
Diferentemente do que os que são contra o programa pensavam, a maioria dos pacientes atendidos pelos estrangeiros não sentiu dificuldades na comunicação.
Pesquisa mostra que usuários do
Mais Médicos dão nota nove, em uma escala de zero a 10, como nota média
para o programa. O levantamento, feito pelo Grupo de Opinião Pública da
Universidade Federal de Minas Gerais, mostra que 54% dos usuários
entrevistados dão nota 10 ao programa, criado em 2013 para levar médicos
a regiões carentes.
Encomendado pelo Ministério da Saúde, o estudo aponta que, diferentemente do que os que são contra o programa pensavam, a maioria dos pacientes atendidos pelos médicos estrangeiros não sentiu dificuldades na comunicação. Os dados apontam que 84% não tiveram dificuldades de entendimento e que apenas 2% sentiram muita dificuldade.
Para Helcimara Telles, coordenadora da pesquisa, o que faz com que o programa seja bem avaliado é o atendimento médico. ”Mesmo que a infraestrutura da Unidade Básica de Saúde não seja muito boa, mesmo que faltem coisas, quando o atendimento médico é bom isso repercute bem na avaliação do programa”, defende a pesquisadora. Para a coordenadora, essa satisfação pode estar ligada à experiência dos médicos, já que 63% dos profissionais têm mais de dez anos de experiência, a maioria na atenção básica.
O perfil do usuário mostra que a maioria (80%) dos pacientes são mulheres, com filhos, renda de até dois salários mínimos e que 40% recebem bolsa família. “Isso mostra que o programa está atendendo o público alvo”, explica Helcimara.
Como desafios principais apontados pelos usuários, o levantamento destaca as dificuldades no acesso aos medicamentos, na marcação de consultas e na demora para receber o atendimento. Além disso, os pacientes também reclamam que não conseguem ser atendidos pelo mesmo profissional, o que dificulta o acompanhamento do histórico de saúde.
Comparando com o período anterior à chegada dos médicos do programa, 84% acham que o atendimento melhorou muito, 83% apontam melhora na duração da consulta e 81% acreditam que o profissional conhece mais os problemas de saúde do que os médicos anteriores.
Os resultados da pesquisa foram apresentados durante o 11º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, em Goiânia. As entrevistas foram feitas em Unidades Básicas de Saúde de 700 municípios de todas as regiões do país entre 17 de novembro e 23 de dezembro de 2014. A margem de erro é 1%.
Para a doutora em saúde pública e professora do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Lígia Bahia, o programa cumpriu um papel importante no atendimento em áreas carentes. “Ele não muda a estrutura do sistema público de saúde, mas ele foi capaz de levar assistência a uma parcela da população que não tinha”.
Ela destaca que os médicos cubanos são muito experientes e bons e que isso pode ter levado à avaliação tão positiva dos pacientes. No entanto, Lígia contesta o modelo de dar uma nota ao programa. “Uma nota resumo não é um método adequado para uma pesquisa de satisfação do usuário. Para mim, uma nota nove não quer dizer nem que o sistema é excelente e nem que não funciona.”, defende,
Encomendado pelo Ministério da Saúde, o estudo aponta que, diferentemente do que os que são contra o programa pensavam, a maioria dos pacientes atendidos pelos médicos estrangeiros não sentiu dificuldades na comunicação. Os dados apontam que 84% não tiveram dificuldades de entendimento e que apenas 2% sentiram muita dificuldade.
Para Helcimara Telles, coordenadora da pesquisa, o que faz com que o programa seja bem avaliado é o atendimento médico. ”Mesmo que a infraestrutura da Unidade Básica de Saúde não seja muito boa, mesmo que faltem coisas, quando o atendimento médico é bom isso repercute bem na avaliação do programa”, defende a pesquisadora. Para a coordenadora, essa satisfação pode estar ligada à experiência dos médicos, já que 63% dos profissionais têm mais de dez anos de experiência, a maioria na atenção básica.
O perfil do usuário mostra que a maioria (80%) dos pacientes são mulheres, com filhos, renda de até dois salários mínimos e que 40% recebem bolsa família. “Isso mostra que o programa está atendendo o público alvo”, explica Helcimara.
Como desafios principais apontados pelos usuários, o levantamento destaca as dificuldades no acesso aos medicamentos, na marcação de consultas e na demora para receber o atendimento. Além disso, os pacientes também reclamam que não conseguem ser atendidos pelo mesmo profissional, o que dificulta o acompanhamento do histórico de saúde.
Comparando com o período anterior à chegada dos médicos do programa, 84% acham que o atendimento melhorou muito, 83% apontam melhora na duração da consulta e 81% acreditam que o profissional conhece mais os problemas de saúde do que os médicos anteriores.
Os resultados da pesquisa foram apresentados durante o 11º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, em Goiânia. As entrevistas foram feitas em Unidades Básicas de Saúde de 700 municípios de todas as regiões do país entre 17 de novembro e 23 de dezembro de 2014. A margem de erro é 1%.
Para a doutora em saúde pública e professora do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Lígia Bahia, o programa cumpriu um papel importante no atendimento em áreas carentes. “Ele não muda a estrutura do sistema público de saúde, mas ele foi capaz de levar assistência a uma parcela da população que não tinha”.
Ela destaca que os médicos cubanos são muito experientes e bons e que isso pode ter levado à avaliação tão positiva dos pacientes. No entanto, Lígia contesta o modelo de dar uma nota ao programa. “Uma nota resumo não é um método adequado para uma pesquisa de satisfação do usuário. Para mim, uma nota nove não quer dizer nem que o sistema é excelente e nem que não funciona.”, defende,
EL PROGRAMA DE REFERENCIA ,ES EL CONTIGENTE DE MEDICOS CUBANOS QUE TRABAJAN EN LAS ZONAS DONDE LOS MEDICOS "RICOS"NO QUIEREN IR.
ALGUNOS HAN SUFRIDO ATENTADOS POR SICARIOS DEL ESTABLISHMENT MEDICO BRASILEIRO.
EL PUEBLO LOS ADORA Y ADMIRA POR EL ESPIRITU DE SACRIFICIO.
viernes, 31 de julio de 2015
LOS PUTOS YANQUIS SON LOS REYES DE LAS PUTAS-NIÑAS
El tráfico sexual infantil, uno de los secretos mejor guardados y más oscuros de Estados Unidos
Ian PannellBBC
En Estados Unidos, la pobreza, las carencias y la explotación llevan a que miles de sus propios niños se vean atraídos hacia un oscuro submundo que ofrece pocas salidas.
Es un mundo que pocos estadounidenses conocen. Pero se cree que decenas de miles de niños en ese país son sexualmente explotados cada año. Cada noche, cientos son vendidos a cambio de sexo.
El FBI (Agencia Federal de Investigaciones) asegura que el abuso sexual infantil ha llegado a niveles casi epidémicos, a pesar de que el año pasado la agencia rescató a 600 niños.
Cuando se habla de "tráfico humano" a menudo se piensa en personas procedentes de otros países que son introducidas ilegalmente por tierra y mar y después forzadas a trabajar contra su voluntad en lugares extranjeros.
Hacia Estados Unidos se trafica gente de México, Centro y Sudamérica. Pero la vasta mayoría de niños que se compran y venden por sexo cada noche en Estados Unidos son menores estadounidenses.
Desde la costa este hacia el centro de occidente del país hemos escuchado historias de varias mujeres, todas muy similares e igual de horribles.
Abandonadas, abusadas, explotadas y a menudo ignoradas, todas empiezan a una corta edad. A veces incluso son acosadas por la misma gente que debería estar protegiéndolas.
Un puñado de almas bondadosas, la amabilidad de unos pocos extraños y el buen trabajo de algunas agencias de orden público y el FBI ofrecen cierto alivio a los más seres más vulnerables del país.
Pero las historias que hemos escuchado sugieren que sólo han llegado a tocar la superficie de uno de los secretos mejor guardados y más oscuros de Estados Unidos.
Cuando una elección no es una elección
En Minnesota conocí a extrabajadoras sexuales que habían buscado apoyo de un grupo de ayuda llamado Breaking Free (Liberándose).
La mitad de las mujeres en el grupo tenían menos de 18 años cuando fueron vendidas a cambio de sexo por primera vez.
Muchas de las otras no tenían mucho más de 18 años.
Una mujer dice que su tía la compró a los 14 años.
"Le dio a mi mamá US$900. Me dijo que iba a llevarme de compras al centro comercial", cuenta.
La tía la llevó a las casas de vendedores de drogas donde fue violada y drogada.
"Me dejaba... y luego (decía) algo como 'estabas hecha un desastre, querías quedarte allí'", recuerda. Pronto comenzó a creer que el abuso era su culpa y su elección.
Otra mujer dice que tenía 17 años cuando la expulsaron de su casa.
"Quería drogarme" dice, y comenzó a trabajar como prostituta. Después empezó a usar la página de anuncios clasificados Backpage.com para ganar más dinero y mantener su adicción.
Una tercera mujer tenía 14 años cuando fue secuestrada por "un tipo que pensé que me gustaba". No regresó a su casa durante dos años.
Jenny Gaines, quien dirige el grupo de discusión en Breaking Free, dice que muchos "manipulan y se aprovechan de las niñas menores de edad".
Una mujer afirma que su abusador "sabía que yo tenía 14 años, tuvo que saber que yo era menor de edad". Esto a pesar de sus intentos de pretender que tenía 18 años.
"Cuando descubrió cuántos años tenía no se detuvo... quiso tenerme incluso más".
Mantenerse fuera de "la vida"
Una mujer que fue traficada por primera vez a los 14 años dice que ahora está viviendo en un refugio y está luchando por no regresar a la prostitución.
"En mi teléfono todavia tengo los nombres de mis clientes, ni siquiera los he borrado todavía y necesito borrarlos" dice.
"Porque cuando me deprimo, cuando me siento realmente asqueada, quiero tener esos números conmigo".
Pero afirma que no desea regresar a esa vida.
"Es un enorme círculo, te drogas, te prostituyes, ganas dinero y así sigues dando vuelta una y otra vez. Y tienes que romper todo eso para poder empezar a estar bien".
Es una lucha cuesta arriba.
"Solo necesito apoyo y creer en mí misma, en que puedo lograrlo. Me encuentro en un lugar muy curioso".
Tenía ocho años cuando fui abusada por mi padre por primera vez. Entonces me regaló una bicicleta... Así aprendí que podías conseguir lo que quisieras a cambio de favores sexuales"
Testimonio de una de las entrevistadas por Ian Pannell, periodista de la BBC.
BBC
Otra mujer dice que no ha abierto Backpage en ocho meses.
"No soy perfecta. Sólo estoy tratando", dice.
Asegura que le es difícil mantener a su hija sin el dinero que ganaba como prostituta.
"Dejé de hacerlo cuando tenía 22 años y tuve mi primer hijo", cuenta detallando sus experiencias "dentro y fuera". Ahora ha estado fuera durante siete meses, en parte debido a que está embarazada por cuarta vez.
Espera que Breaking Free le ayude a evitar un regreso.
"Voy a tener una hija", afirma. "No quiero que ella haga lo que yo hice".
Otra mujer lo compara con una adicción.
"Es como si tuviera un vacío, como si nada fuera suficiente. Y esto llena ese vacío y puedo dar a mis hijos lo que desean", le dice al grupo. "Y no tengo que pedirle nada a nadie".
Muchas de las mujeres en Breaking Free ansían algún sentido de normalidad.
"Sólo quiero volver a ser libre", expresa una. "Sólo quiero cuidar a mis niños y vivir mi vida, vivir una vida normal".
Pero para quienes fueron vendidas por sexo siendo niñas, el abuso, las drogas y el trabajo sexual son la normalidad.
En Minnesota encontramos a una mujer que no pertenecía a Breaking Free. Estaba en la calle trabajando a pesar de tener cinco meses de embarazo.
Dice que fue abusada a los 12 años por un vecino quien la atrajo con una cochera llena de juguetes y juegos. Le ofreció dinero a cambio de posar en fotos por el torso desnudo.
"Veo a niñas cada vez más jóvenes en las calles y eso es realmente triste" asegura.
"No es una elección. A los 12 años no pudo haber sido una elección".
Entre los grupos que ayudaron a la BBC durante este reportaje están Breaking Free, The Samaritan Women (Mujeres Samaritanas) y Angels of Addiction (Ángeles de la Adicción).
jueves, 30 de julio de 2015
UN JOVEN ESPAÑOL DEMOSTRO LA INTELIGENCIA MARCA ESPAÑA
Desconectó a su abuelo para enchufar el cargador del celular
Un joven español fue a visitar a su abuelo al hospital, ingresado por una afectación pulmonar, y no tuvo mejor idea que desconectar el respirador artificial para cargar su teléfono móvil, ya que su madre le había pedido que la llame apenas llegue para ver cómo se encontraba el anciano.Adrián Hinojo, de 26 años, se dirigió al hospital Gregorio Marañón, en Madrid, para visitar a su abuelo, ingresado por una afectación pulmonar. Una vez en el cuarto, lo primero que hizo el joven fue desenchufar el respirador artificial del anciano para poder cargar su celular.
“Mi madre me pidió que le avise cómo estaba el abuelo nada más llegar al hospital, así que tenía que mandarle un WhatsApp y no tenía batería”, se excusó Hinojo.
Sin embargo, antes de enviar el mensaje el joven le tomó una fotografía a su abuelo que luego publicó en Instagram. “Lo hice para que todos vieran que se encontraba bien. Después de un rato noté que el color de su piel se transformaba en azul”, explicó Adrián.
Afortunadamente, el anciano pudo alcanzar el botón para avisar a enfermería, quienes llegaron a tiempo para ayudarlo. “Se pusieron como locos cuando vieron que el respirador estaba apagado. Les pregunté dónde coño estaban los enchufes en esa habitación y no me contestaron. Me parece mal que solo haya un enchufe. Son los putos recortes sanitarios”, lamentó Hinojo.
UN BUEN PASO PARA QUITARLE EL MONOPOLIO A"LOS PASCUAL"
San Rafael pierde la seguridad del concierto con el SAS y tendrá que pelearlo en un concurso público
Elena martos
/
Cádiz
.
La Junta aprueba una partida para el resto de los centros de Pascual en la provincia de Cádiz y garantizar así el acuerdo durante dos años
La clínica San Rafael es la única
del grupo Pascual que no tiene garantizado el concierto con el SAS en la
provincia después de más de treinta años. El servicio público ha
aprobado una partida para poder seguir derivando pacientes a los centros
de El Puerto, Sanlúcar y Villamartín
por un montante de 132,5 millones de euros (IVA excluido) para mantener
la relación durante dos años más. Sin embargo, el hospital gaditano se
queda fuera de esa oferta y sus responsables tendrán que acudir al
concurso público para seguir concertando sus servicios asistenciales.
El Consejo de Gobierno andaluz ha dado luz verde al presupuesto del que dispone para financiar los conciertos sanitarios, que dejan de negociarse directamente con las empresas privadas para ser adjudicados mediante un proceso de licitación pública. El sistema es similar al que se usa para contratar cualquier otro servicio como la limpieza o el mantenimiento. En esta ocasión se han reservado 184,24 millones de euros para cerrar cuatro acuerdos en toda la comunidad, aunque indudablemente la mayor parte irá a parar a Cádiz.
La administración solo ha hecho una excepción para los centros de El Puerto, Villamartín y Sanlúcar, en los que realizará la negociación con el empresario. El motivo es que no existe otra alternativa para que se atienda con las mismas garantías a los pacientes que se derivan. En estas localidades únicamente lo pueden ofrecer los hospitales del grupo Pascual donde se realizan ingresos, intervenciones quirúrgicas, procedimientos diagnósticos, consultas externas y atención a las urgencias.
Por el contrario, la Clínica San Rafael es un mero apoyo al Hospital Puerta del Mar y los servicios que ha venido prestando durante más de tres décadas saldrán a concurso público como parte de los cinco lotes que el SAS licitará por un máximo de 15,6 millones de euros. La oferta incluye intervenciones quirúrgicas con hospitalización, cirugía ambulatoria mayor y menor, así como procedimientos diagnósticos e ingresos de pacientes crónicos y paliativos. En la capital se abre el abanico a otros centros con homologación que puede ofrecer también esos servicios.
El caso es similar en Jerez -que está igualmente incluido en estos lotes- donde durante años se ha mantenido la relación con la residencia sanitaria Juan Grande, sirviendo como soporte al hospital público de la ciudad para aliviar la lista de espera. También este centro tendrá que presentar su oferta al concurso público que estaría abierto a otras clínicas de la ciudad.
La Junta insiste en que la actividad que realizan los hospitales
concertados representa apenas una pequeña parte de la que realiza el
sistema sanitario público. Lo cifra en el 3,57%, como ha vuelto a
reiterar, sin embargo, los montantes previstos para la provincia ponen
de manifiesto que esa media no es ni mucho menos homogenea. La carencia de infraestructuras sanitarias en Cádiz multiplica con diez ese promedio,
siendo también la única que necesita contratar la atención de urgencias
hospitalarias, que no se ha externaliza en ningún otro lugar de la
región.
La memoria de la Consejería de Salud publicada recientemente indica con cifras esa excesiva dependencia de los conciertos que sufre la provincia. Los centros conveniados realizaron el 40% de las intervenciones quirúrgicas y atendieron un 22,5% de las urgencias que se produjeron a lo largo de 2014. En total recibieron a 174.086 pacientes.
El Consejo de Gobierno andaluz ha dado luz verde al presupuesto del que dispone para financiar los conciertos sanitarios, que dejan de negociarse directamente con las empresas privadas para ser adjudicados mediante un proceso de licitación pública. El sistema es similar al que se usa para contratar cualquier otro servicio como la limpieza o el mantenimiento. En esta ocasión se han reservado 184,24 millones de euros para cerrar cuatro acuerdos en toda la comunidad, aunque indudablemente la mayor parte irá a parar a Cádiz.
La administración solo ha hecho una excepción para los centros de El Puerto, Villamartín y Sanlúcar, en los que realizará la negociación con el empresario. El motivo es que no existe otra alternativa para que se atienda con las mismas garantías a los pacientes que se derivan. En estas localidades únicamente lo pueden ofrecer los hospitales del grupo Pascual donde se realizan ingresos, intervenciones quirúrgicas, procedimientos diagnósticos, consultas externas y atención a las urgencias.
Por el contrario, la Clínica San Rafael es un mero apoyo al Hospital Puerta del Mar y los servicios que ha venido prestando durante más de tres décadas saldrán a concurso público como parte de los cinco lotes que el SAS licitará por un máximo de 15,6 millones de euros. La oferta incluye intervenciones quirúrgicas con hospitalización, cirugía ambulatoria mayor y menor, así como procedimientos diagnósticos e ingresos de pacientes crónicos y paliativos. En la capital se abre el abanico a otros centros con homologación que puede ofrecer también esos servicios.
El caso es similar en Jerez -que está igualmente incluido en estos lotes- donde durante años se ha mantenido la relación con la residencia sanitaria Juan Grande, sirviendo como soporte al hospital público de la ciudad para aliviar la lista de espera. También este centro tendrá que presentar su oferta al concurso público que estaría abierto a otras clínicas de la ciudad.
Excesiva dependencia de los conciertos
La Junta insiste en que la actividad que realizan los hospitales
concertados representa apenas una pequeña parte de la que realiza el
sistema sanitario público. Lo cifra en el 3,57%, como ha vuelto a
reiterar, sin embargo, los montantes previstos para la provincia ponen
de manifiesto que esa media no es ni mucho menos homogenea. La carencia de infraestructuras sanitarias en Cádiz multiplica con diez ese promedio,
siendo también la única que necesita contratar la atención de urgencias
hospitalarias, que no se ha externaliza en ningún otro lugar de la
región. La memoria de la Consejería de Salud publicada recientemente indica con cifras esa excesiva dependencia de los conciertos que sufre la provincia. Los centros conveniados realizaron el 40% de las intervenciones quirúrgicas y atendieron un 22,5% de las urgencias que se produjeron a lo largo de 2014. En total recibieron a 174.086 pacientes.
Ahora,este buen paso,quitandole a los amigos de Manolito "el dislexico",el chollo,investiguen a la que fue Consejera de Salud y construyan hospitales en la provincia...ya esta bien de corrupcion.
martes, 28 de julio de 2015
Un ‘superespagueti’ con propiedades saludables reduce el riesgo de enfermedades cardiovasculares
Científicos de la Universidad de Granada y del Centro Tecnológico de Investigación y Desarrollo del Alimento Funcional, en colaboración con dos universidades italianas, han desarrollado un ‘superespagueti’ de pasta enriquecida elaborada con harinas funcionales. El producto contiene más fibra y proteínas que la pasta normal y ayuda a reducir el riesgo de enfermedades cardiovasculares. Un solo plato de esta pasta permite alcanzar el 70 % de la dosis de betaglucanos recomendada.
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Los ‘superespaguetis’ contienen más fibra y proteínas que los normales (en la imagen). / UGR
Investigadores europeos del Centro Tecnológico de Investigación y Desarrollo del Alimento Funcional (CIDAF) y las universidades de Granada, Bolonia y del Molise (Italia) han creado un ‘superespagueti’ de pasta enriquecida, elaborada con harinas funcionales.
Un plato de esta pasta contiene el 70 % de la dosis de betaglucanos aconsejada por la Autoridad Europea para la Seguridad de los Alimentos
El equipo, que ha publicado parte de los resultados en la revista Food Research International, ha demostrado cómo nuevas tecnologías limpias (la llamada 'clasificación por aire') permiten obtener harinas funcionales utilizando el grano de cereal entero, evitando la formación de sub-productos de desecho en el proceso de molienda.
Como explica Ana Maria Gómez Caravaca, investigadora principal del proyecto, el proceso de clasificación por aire permite dividir el producto de la molienda en diferentes fracciones (fracciones gruesas y fracciones finas) mediante un procedimiento físico que no altera las propiedades de las fracciones obtenidas.
“Estas fracciones, debido a sus diferentes propiedades, poseen diferentes características químicas y serán utilizadas en función del producto final que se quiera obtener. Nuestro trabajo ha demostrado cómo clasificando por aire una harina integral de cebada es posible obtener dos fracciones, una de las cuales está enriquecida en compuestos antioxidantes y fibra soluble (en particular betaglucanos) y la otra contiene más proteínas”, apunta la investigadora de la Universidad de Granada (UGR).
Más antioxidantes y fibra soluble
Este estudio, que ha sido realizado en colaboración con dos universidades italianas (Universidad de Bolonia y Universidad del Molise) y financiado parcialmente por el CEI BioTic, también ha dado lugar a la formulación de espaguetis usando la fracción gruesa. Los resultados alcanzados han demostrado que la fracción utilizada en la formulación de los espaguetis permite enriquecer el producto final tanto en compuestos antioxidantes derivados de la catequina como de fibra soluble (betaglucanos).
“Al comparar el producto final obtenido con los productos ya presentes en el mercado, observamos que nuestro espagueti resultaba ser particularmente rico en betaglucanos. La cantidad de betaglucanos presentes en los espaguetis funcionales producidos alcanzaba los requisitos de la Food and Drug Administration (FDA) americana para poder etiquetar la pasta como 'buena fuente de fibra' y que “puede reducir el riesgo de enfermedades cardiovasculares”.
No en vano, debido a la novedad tecnológica de este nuevo producto, la Sociedad Química Americana (ACS) ha dedicado un artículo en su página web definiendo el producto formulado como 'superespaguetis', contiene más fibra y proteínas que la pasta normal y ayuda a reducir el riesgo de enfermedades cardiovasculares.
La profesora Gómez Caravaca apunta que los resultados alcanzados hasta el momento han permitido a dos empresas italianas desarrollar una nueva línea de pasta utilizando las fracciones gruesas de cebada obtenidas mediante clasificación por aire.
“Los productos formulados permiten, con una sola dosis (un plato de pasta), alcanzar el 70 % de la dosis de betaglucanos aconsejada por la Autoridad Europea para la Seguridad de los Alimentos (EFSA, por sus siglas en inglés)”, señala la investigadora.
Referencia bibliográfica:
Ana María Gómez-Caravaca, Vito Verardo, Tiziana Candigliota, Emanuele Marconi, Antonio Segura-Carretero, Alberto Fernandez-Gutierrez, Maria Fiorenza Caboni. "Use of air classification technology as green process to produce functional barley flours naturally enriched of alkylresorcinols, β-glucans and phenolic compounds". Food Research International 73: 88-96, julio de 2015.
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